Obrigada pela visita e volte sempre

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Cabrón sin corazón

Me robaron el corazón y ya no sé lo que hasco.

Siento como si yo estoy en cierca del peñasco. 


Tan perfecto estaba mío día.

Pero yo creí en todo lo que me decía. 


El dolor no lo va a matarme. Ésto sería bueno. 

Estoy piensando si no debo salir a la procura... 


... de otro tipo de veneno.


Composto em 4 de Fevereiro de 2021 (às 11:00)

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Volte Sempre!


NA CRECHE “TIA TIDA”
É GOSTOSO ENSINAR.
A CRIANÇA SAI ESPERTA
E APRENDE O ‘B-A-BÁ’

MAS AGORA FIQUE ATENTO
POIS AINDA NÃO FALEI
EU CONCLUO UMA HISTÓRIA
QUE A TI EU CANTAREI

ESSA CRECHE E PRÉ-ESCOLA,
NA RUA JOSÉ INÁCIO,
TEM – POIS POSTO – TAL BELEZA,
QUE TE É COMO ABRAÇO.

O SEU NOME “TIA TIDA”
FAZ MENÇÃO A TAL MARIA,
QUE LUTAVA, GUERREAVA
E VENCIA TODO DIA.

MAS - COMO SEMPRE SE SABE
TODO MUNDO UM DIA VAI
DESPEDIR-SE DA FAMÍLIA.
QUEM FICA VIVO DIZ: AI!

ELA “DOOU” O SEU NOME.
INFELIZMENTE O FEZ!
Ah! (NÃO TIVESSE DOADO)
‘STARIA VIVA TALVEZ?

DEDICO COM MUI CARINHO
ESTE POEMA A VOCÊ,
QUE DOOU, PARA A CRECHE,
SEU NOME QUE TRAZ PRAZER.

FIQUE COM MAIS ATENÇÃO,
POIS O QUE AQUI FALAREI
NÃO PODERÁ SER EM VÃO.


A “TIA TIDA” NÃO TEM
MUITO O QUE CONTAR,
POIS MAIS DE ANO NÃO TEM
QUE COMEÇOU A ANDAR.

ELA É PEQUENININHA,
MAS RECEBE, SE PUDER,
TODA, TODA CRIANCINHA
QUE ALI DENTRO COUBER.

CINCO TURMAS DE’INFANTIL,
COM GRANDE AMOR PARENTAL.
TEM PRÉ I, SIM, SENHOR,
E TAMBÉM TEM MATERNAL.

SETENTA E DOIS PEQUENINOS
SE REPART’EM CINCO AULAS.
MANHÃ E TARDE, PORÉM,
TEMOS SOMENTE TRÊS SALAS.

PROFISSIONAIS QUE DESEJAM
FAZER O MELHOR DE SI;
QUE TENTAM, EM SUAS AULAS,
FAZER CRIANÇA SORRIR.

UMA FORMA SE ENCONTROU
DE PASSAR UM GRAND’ENSINO,
FOI ESCREVER A VOCÊS
ESTE LIVRO TÃO MENINO.

TENTOU-SE, AQUI, ENCANTAR
CADA UM QUE PÔDE LER.
S’ESPERA QUE VÁ FALAR,
PARA OUTRO APRENDER.

CORRA! SIGA ADIANTE.
CONTE A TODOS ESSA HISTÓRIA.
VAMOS! EIA! AVANTE!,
E NOS GUARDE NA MEMÓRIA...

    Composto em 03 de Setembro de 2018, com a colaboração de minha mãe, dona Helena. Este texto, em forma de poema, é uma conclusão feita para um livro escrito, colaborativamente, por professoras da educação infantil que trabalham em uma Creche na minha cidade, Remígio. É um livro de contos feitos, primordialmente, para crianças. Fui convidada para concluir a pequena obra. Fiz com imenso carinho. O nome oficial da instituição é Creche e Pré-Escola Maria Aparecida Fidélis dos Santos. O nome do livro é: (a colocar) 
      Este livro faz parte de um projeto municipal que envolve todas as escolas da cidade. Cada instituição de ensino terá o seu próprio livro. 
      A fonte escolhida para a publicação no blog é a mesma que será utilizada no livro.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Poem'árvore


"(...) Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? (...)" Isaías 66:8
Pela vontade do Deus, EL SHADDAI, foi isso que ocorreu...
Minha homenagem aos 70 anos de formação do Estado de Israel... Em 14 de Maio de 1948, ocorreu a Assembleia Geral das Nações Unidas, presidida pelo nobre brasileiro Oswaldo Euclides de Souza Aranha, para decidir sobre o reconhecimento de Israel como Estado Nação. O aniversário é hoje, 18 de abril, porque deve ser levado em conta o calendário lunar, e não o solar. Os versos estão distribuídos nas folhas maiores, da direita para a esquerda, conforme a escrita Hebraica.

Um galho é muito mais
Do que aponta
Nele pode estar
A Semente que conta

E como desprezar
Este céu cor de anil?
Abaixo dele está
O meu lindo Brasil

Um céu lindo e suave
Que nem prédio arranha
Nesta Terra nasceu
O Saudoso Aranha

E então foi formado
O Estado Judeu
Pelo Vigor
No Aranha
A injustiça morreu

14 de Maio de 1948
70 anos completa a justiça
Em 2018

Um dia
Um povo nasceu
Um dia Deus escolheu
E agiu com misericórdia
No deserto guiou este povo
E - se caso fosse preciso -
Ele guiaria de novo.

Seu Nome É!
Santo, Justo, Fiel.
E, pela boa Oliveira,
Nós iremos para o céu.
Um povo santo, a Igreja,
A nação de Israel.


domingo, 18 de março de 2018

Prosa


- "Oi, poesia, tudo bem?"
- "Tudo bem. Obrigada."
- "Que estás a fazer?"
- "Viajando a madrugada."

- "Aonde vais, neste frio?"
- "Ainda estou a descobrir.
Às vezes sinto um calafrio.
É um poeta a sorrir."

- "Se encontrares tal poeta?
Que de novo tu farás?
Pois sois já tão completa,
Novidade não tens mais."

- "Engana-te.
Poesia é sempre novidade.
Por acaso eu não venho
Desde lá, da eternidade?

Se encontrar algum poeta,
Nos raios que estou a ir...
Irei como forte seta,
E o farei poesia sentir.

Se carrego u'a dor tremenda,
Fico muito indecisa.
E livro-me desta arenga,
Quando encontro a Poetisa."

-'"Mas, poesia, quando voltas,
Vens pelo mesmo lugar?"
- "Sigo por todos os lados,
Me precisam enxergar..."

- "E então, criatura,
Estás ainda indecisa?"
- "Não estou, Seu Universo,
Encontrei m'ia Poetisa."

(Composto em 18 de Março de 2018, por volta de 22:30hs)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Quero falar

Como é bom adorar o Deus da minha salvação
E lembrar do que Ele significa em minha vida...
E mais: quando caio, o meu Deus me dá a mão
Pelo seu bom querer, n'Ele eu tenho guarida...
E da tamanha misericórdia que Ele tem por mim...
Sei que sem o meu Senhor, não haveria solução...
Cuida de meus dias e - sei - sempre será assim... 
Meu Deus me resgatou, como então eu direi "não"?
Quais palavras poderei usar para descrevê-lo?
Qualquer coisa dita ainda não será suficiente,
A quem Deus se fez conhecer sabe, certamente:
Que o Deus, a quem servimos, é nosso Pai celestial
Ele cuida de cada ovelha, com carinho paternal

(Foi composto aproximadamente às 22:20 em 24 de Abril de 2014)
É simples, é sincero e fala do meu Deus e Pai... 

domingo, 22 de maio de 2016

Poem'artes

Violões tocam as visões,
Compõem, conversam...
E com os dias atravessam
O Continuum de canções...
Canções cantam audições,
Se impõem, hodiernam... 
Dia e noite atravessam
O contínuo de ilusões...
Ilusões, em si, não cantam,
Mas os que ouvem,
- Sim - se espantam... 
Se perdem da realidade,
E no campo ou na cidade
Guerreiros que só encantam,
Enfrentam raio e tempestade...
Tempestade ensurdece,
Quem lhe enfrenta, obedece.
Como quem manda, não pede,
Ela ordena fugir,
Melhor é, então, cair,
Num poço - o mais profundo -...
Fingir ser um defunto...
Até ela desistir...
Desistir não é coisa da poesia,
Mas está em meu poema,
Como palavra, não tema...
E me faço esboçar o dia,
Descascando este dilema...
Dilema mora em tantas artes,
Que, se tu olhas, te repartes...
Em letras de poemas e canções,
Tempestades, raios e trovões,
Se exprimem em tantas partes,
Assim nasce o Poemartes,
Para o Trio de Violões...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Fidálogo – porque é filho de um diálogo –

- Num dia muito ensolarado
Ou estava chuvoso - talvez.
Com o coração todo inundado
De um amor, que, ali, se fez.
- Não, mamãe, não era dia,
Estava tudo tão escuro.
Mas lembro da intensa claridade,
Que faria parte de meu futuro.
- Meu amor, a mamãe vai te contar...
E são tantas as histórias
Que tenho pra te ensinar:
Este mundo é tão duro
E cheio de dissabores,
Que sinto medo por ti
Ao enfrentares horrores.
Sonho com um futuro
Pleno e cheio de amor,
E sei que estarás seguro
Nos cuidados do Salvador.
Mas no dia de teu parto
Senti tristeza e alegria,
Sabia que terias felicidade,
Mesmo em meio a agonia.
E vejo você crescendo...
Nossa! Como eu te amo...
E vais, então, fortalecendo
És como a flor. Te sou o ramo.
Não te esqueças de tua mãe,
Quando eu estiver velhinha.
Não me negues tua presença,
Abandonada numa casinha.
Quero tua felicidade,
Mas também tua presença.
E sinto ansiedade,
Ao não ter notícias tuas:
Penso que estás sofrendo,
Em qualquer lugar, nas ruas.
Podes tu estar quentinho,
Aquecido por lareira.
Mas mãe é tudo igual.
Pensamos de tudo, um pouco,
E também muita besteira.
Avisa, minha filha, avisa...
Quando fores demorar.
Tua mãe se preocupa,
E pode até chorar.
Poxa, minha mãe, está certo.
Vou tentar não esquecer.
Confesso que eu não gosto
De ver a senhora sofrer.
- Mas me conta
Sobre o dia que nasci.
A senhora sempre começa,
Mas - no fim - nunca me diz.
- Meu amor,
Tantas vezes te falei.
Você olha sempre pro lado,
E esquece que te contei...
O jeito que a mamãe conta,
É um jeito diferente.
Você nasceu em um dia,
E cresceu tão de repente...
Num dia muito ensolarado
Ou estava chuvoso - talvez.
Com o coração todo inundado
De um amor, que, ali, se fez.

Composto em 12 de maio de 2016.

domingo, 15 de maio de 2016

Plunidade

Assim como eu sou parte,
Minh'arte é parte de mim...
Eu, parte de minha arte... 
Que de mim não se aparte
Pois aquilo que se reparte
Tem bom começo, mas triste fim!

Composto em 15 de maio de 2015

Viva... (!)

Sinto uma saudade que vive rasgando o peito... 
E em toda sensação eu simplesmente me deleito.
Pois se deleita apenas quem é um bom amante...
Seja o momento longo, ou apenas inconstante...
Sinta a saudade que viva rasgando o peito... 
E em toda sensação você diz: "eu me deleito.".
Pois se deleita apenas quem é um bom amante...
Seja o momento longo, ou apenas inconstante...
Afinal, o que é a vida, senão o entregar-se?
Permitir-se a tal ponto de até dilacerar-se... 
Seguir na direção, mas de peito aberto,
Mas se alguém não gosta...
Não, não mande pro inferno.
Deixe, deixe e vá vivendo... 
Afinal só quem aponta
É quem termina cedendo... 
Pois não há nada mais triste
Pra um sujeito briguento,
Que alguém bem descansado
Não olha sequer pro lado... 
Prefere sentir o vento...

Composto em 15 de maio de 2015

terça-feira, 10 de maio de 2016

De onde eu vim...

É que tenho uns quatro amores.
São mais amados que ouro.
E mesmo sem ver as flores.
Os tenho como a tesouro.

Um, muito antigo, mas distante,
“Lateja” em minh’alma.
Outro - mais recente -
Me traz uma infante calma.

Há três que nunca esqueço,
E os quero contemplar,
E, aqui, não esmoreço,
Vou por eles trabalhar.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Poem'arte




















A arte é amante de si mesma,
De si mesma a arte é amante.
De encanto escorre sobre a resma
Como o beijo de quem ama
É diamante.


A arte é encantada nela própria,
Nela própria é a arte encantada.
Seus amores a enchem de vanglória
Como a cantiga de amores
Entoada.


Toda arte tem beleza incomum,
Beleza incomum tem toda arte.
Em mil formas ela canta qualquer um
Como abraço de quem ama
É baluarte.


"Ai!" A arte me traz encantos mil...
Encantos mil é a arte que me traz
Pois feito a jovem ama o moço varonil
A arte pura vem de Deus
Ele que faz.


domingo, 24 de abril de 2016

Rotina: sete dias, sete versos...

Acordei, não queria levantar...
Proibida, não havia jeito.
Obriguei-me, assim, a decidir.
Bati com a mão no peito.
Levantei ainda em bomba,
Como quem sofreu u'a tromba...
Caí fora de meu leito!

Acorde - não o verbo -

Tenho andando preocupada,
E também muito nervosa.
Mas - estranho -
Estou tão bem, e
Até mais vaidosa...
Poderia até compor,
Cantar, sem ser pedido.
E - se a ti preciso for -
Cantaria em teu ouvido... 
Que estranho estar assim... 
Já que há tanto nem componho.
Isso me parece até, um lindo,
Mas breve sonho.
E também
Estou mui leve,
Que de graça me reponho...

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Vidas. Vidas? Vidas grafadas...

Eu faço de minha vida poemas,
Diferente não poderia ser,
Pois como a ave voa, quando resplandece,
Também repousa, ao entardecer.

Assim sou eu, feito passarinho,
Que, tendo asas, canta ao voar.
Mas se entristece,
Quando, pois, querendo ninho,
Não o encontra para repousar...

Eu faço versos sobre a minha vida,
Mas também grafo a vida de outrem.
No fim, porém, há uma grande  sina:
Não reconheço a vida de ninguém.

Eu desconheço a minha própria história,
Mas vou grafando – feito boba –
Sem parar;
E, sendo ruim a minha memória,
Esqueço disso e continuo a grafar... 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Duvida d’eu

Digo que sou esquisita
O meu bem duvida d'eu...
Mas teimosa feito sou
Repito o que sucedeu:
Se o pc dá problema
Em várias redes sociais
O que se há de pensar?
Que sou o mais burro
Dentre os seres racionais... 

O meu bem irá gostar
Deste pequeno poema
E provavelmente dirá
O apropriado esquema:
"Meu bem, que moça inteligente
Tu dizes que és burra
Mas me deixas mui contente
Essa tua inteligência
É de tão rara raridade
Quem dera estivesse aí, agora...
Para matar minha vontade...” 

Composto em 15 de dezembro de 2014 aproximadamente à 00:10

domingo, 1 de fevereiro de 2015

שַׁדַּי - Deus! Todo-Poderoso!

Deus! Deus! Deus! Deus! Deus! Deus! Deus!
Meu Pai celestial. Meu Pai celestial.

Em Deus está a poesia mais bela... Nele se escondem os segredos mais profundos... El Shaday!* Pai da eternidade... Majestoso, príncipe da paz... Sou indigna de pronunciar o Seu nome... O Eu Sou! Ele é o que é e não há nada antes dele... nem virá nada e ninguém depois... Ele fez o que os meus olhos não podem ver... Tudo o que a vista alcança foi Deus quem criou... Fez as formigas que vejo andarem por sobre a mesa do jantar... deu o instinto a elas para sempre unirem forças e construírem suas moradas... (deixando, assim, os homens intrigados, perplexos...) O Grande Deus, formador de todas as coisas, deu para mim a capacidade de ficar encantada com as veredas dele... Não sou como uma formiga que, ao morrer, é coisa passada... Nem como uma flor... Deus me mostra como são puros os seus caminhos... cheios de justiça... ninguém pode manchá-los... Deus... o Deus que me amou... que me libertou... que me trouxe para momentos que eu não vislumbrava... O Deus de minha mãe e do meu pai é o meu Deus...

O Abrigo fiel quando estou sem lugar... A minha vida é dele... a minha alma pertence a Ele... Ele sabe e conhece bem todos os dias de minha vida... Fidelidade é o seu Nome... Poderoso, basta um gesto, uma palavra dele... ou nada... e tudo se faz ou desfaz... dono do poder... tem o controle de tudo... corro pra Ele e Ele me esconde... se chamo o Seu nome, Ele me responde... Não tenho palavras para descrevê-lo Ele é a própria palavra... Ele é o verbo... Ele simplesmente é... Não foi, nem será... Ele é ontem, é hoje e é amanhã... guerreiro e príncipe da paz... a própria existência... Está no lugar eterno onde nada mais habita... onde tudo o que vemos tem um fim... onde o que não vemos precisa dele para existir... Deus é o centro de tudo... e sem Ele nada se fez, nem fará... Ele é o dono da vida e de tudo o que há... habita em lugares não habitados... O homem não suporta a sua presença... nada aplaca aquele que é... não há um lugar na existência que possa dar abrigo para o Eu Sou... Ele é o próprio abrigo... é independente, autossuficiente... A eternidade não pode contê-lo... E eu ainda gostaria de contemplar a sua glória, a sua face, mesmo sabendo que eu seria fulminada... tamanho é o seu ser... E sinto grande temor somente em dizer e querer isso... Sei que sou boba... uma menina... (risos) Não sou digna de Deus um assim... O meu Deus é bom... Deus é bom... Todo-Poderoso! שַׁדַּי** 

(Manuscrito em 31/01/2015***, sábado, aproximadamente hs 23:00...) 

* Todo-Poderoso;
** (Em hebraico) Todo-Poderoso; Onipotente; Tudo pode...
*** No manuscrito datei 2014, erradamente... (risos)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Toda árvore é bonita por si só...

Parece bonito... Só parece. 
Quando as luzes da cidade se acendem,
Escondem o brilho das estrelas e na lua...
Até as árvores perdem o gosto pela vida...
A paisagem prova grande ilusão...
A imensidão pela luz das lâmpadas é escondida...
Melhor seria estar em total escuridão...
Porque a árvore não precisa desse brilho...
Ela já tem o sol para fotossintetizar... 
Foi a gente, homem, que se meteu a atrevido...
E a natureza acabamos por enfeiar...
A árvore queima, esquenta e chora...
Me perdoe quem isso admira...
Mas o meu olhar negro implora,
Não atendido,
Simplesmente se retira...
Sou feito árvore, nasci no dia dela...
Não gosto de exageros
De enfeites postos a mais
Pois, para mim, eles são como sobejos...
Feito as águas do mar,
Que evaporam lá no cais...
Toda árvore é bonita por si só...
Não precisa de enfeites ou lamparinas
O vento dá-lhe em suas folhas todo nó,
Feito fosse nos cabelos das meninas...
Quem olhar para elas, 
Adivinhem o pensamento
Elas temem o chegar do homem
Que tanto lhes traz sofrimento...
Toda árvore é bonita por si só
Elas não precisam de enfeite inventado
Pois, para isso, bons amigos, vejam só... 
Cada enfeite, por Deus, já foi criado...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Volatilidade

Sopros que vem e que vão por causa da pouca idade...
Amores voláteis, que somem no tempo...
Mas antes assim,
Que não ter sentimento...

Paixões voláteis, queimando a palha...
Suas fumaças não tocam
O teto e a calha...
Mas, ainda que passem,
É melhor sentir,
Do que viver toda a vida,
Sozinho a sorrir...

Pois sorriso sem fogo,
Até que tem sua valia,
Mas o fogo ardoroso
Nos enfeita o dia...
Se o sorriso quer outro,
A paixão também quer...
De mulher para moço,
De moço para mulher...

Se de paixão só vivesse,
Viveria a chorar,
Mas se paixão não tivesse,
Iria eu lamentar...
Sou o calor da paixão,
E o sorriso mais puro...
Se vivo de ilusão...
É de paixão que perduro...

Mas paixão vem e vai,
Feito a noite e o dia,
Se de paixão um ser cai,
A ele volta a alegria...
Se de paixão alguém sofre
E disso quase se morre,
- "Me apaixonei, de novo?!"
É isso aí... Quem diria?!

A dor que vira esquema...

Se te vem uma dor, também vem um esquema...
Lamenta o ardor, compõe um poema...
Daqueles bem esquemáticos...
Que nos rasgam por dentro...
Como fosse a alma nua
Que transborda o pensamento...

Lamenta, oh! amigo, o que te devora...
Rasga o peito, pois chegou tua hora...
Pois sangria faz parte da vida de poeta...
Mas será que não basta tu seres pateta?
Não! Se nos vem alegrias,
Também chegam as agruras...
Feito fossem paredes velhas,
Que soltam suas pinturas...

Rasgue a dor, oh! amigo...
Num grito louco...
Gasta a tua garganta
Até ficar rouco...
Pois o peito, oh! amigo, não suporta uma dor...
Seja a dor da alma, ou a dor do amor...

Se se morre o sonho,

Rascunho em papel o que não vou entregar... Sem falas marcadas, dor que vira lágrima... Um sonho gentil, adulto e infante; puro como água sem mistura na mão de brincante... Se se morre o sonho,

Se se morre o sonho
Definha a beleza, tão triste q’está...
Entristece a alegria... derretida em prantos,
Olhando reflexo na água do Mar...
Não importam suas lágrimas,
Ninguém pode ver...
Está dentro da água... Lá
Já pode morrer...
Pobre alegria
Definha em tristeza...
Pobre beleza
A dor a enfeia...
São dores doridas... Que ferem o olhar...
Matam o sentido da luz...
Da luz do Luar...
Que dor tão intensa...
Quão intensa essa dor...
Mas quem irá duvidar,
Que o amor é uma dor?
[Quem ama padece... Qual O Inocente na cruz...
(A propósito... o nome deste, o seu nome é Jesus...)
Pois... quem ama padece...
Sofre a dor...
Por ter obediência, e também por amor...
Pois o amor é ceder, também padecer por quem nos maltrata...]
Não importa onde esteja...
Se for amar, te avisei...
Não fiqu’espantado,
Nem tenha surpresa,
Pois eu já te falei...

domingo, 25 de janeiro de 2015

Deus é exigente e ajudador...

É preciso não somente falar das verdades duras que as Escrituras sagradas nos revelam... também devemos levar para cada pessoa o conforto e o alívio que a palavra de Deus nos dá...
Se, por um lado, para se chegar a Deus, é obrigatório seguir o caminho de santidade que Jesus Cristo traçou... por outro lado temos o Espírito Santo, enviado por Deus, que tem o poder de nos guiar no caminho de santificação dia após dia... e assim seremos agradáveis a Deus, mediante Cristo...
Se por um lado devemos lutar e abandonar o nosso próprio eu; as atitudes e desejos próprios da carnalidade pecaminosa humana... e vivermos uma vida lutando em imitar Jesus, ainda que soframos muitas dores por causa disso... por outro lado, temos o próprio Cristo que também sofreu dores que não eram dele, mas deveriam ser nossas... Jesus padeceu e sofreu por causa de nossos pecados...

É estritamente necessário que agrademos a Deus, vivendo na luta contra o pecado... precisamos seguir os passos de Jesus... Isso não é fácil... Mas não estamos sós... Deus exige santidade... e justamente por saber que não temos condição de nos voltarmos para o Criador e sermos santos, por nós mesmos, o Pai nos deu gratuitamente o Filho, para pagar pelos pecados que cometemos... e nos deu o Espírito Santo para nos guiar... Temos a Jesus para chegarmos a Deus e temos o Espírito Santo para nos abrir os olhos quanto ao pecado, a justiça e o juízo... mas precisamos odiar o pecado... é preciso arrependimento... ainda que pequemos todos os dias (e não há ser humano que não peque), precisamos sentir nojo, seja de uma mentira ou de um assassinato... Temos a Jesus... Porque você não se apega a Ele? Porque não implora que Cristo te ajude a ser santo como Ele quer que você seja? Só temos a Jesus... Nós temos a Jesus... Até quando continuará vivendo uma vida sem Deus? Até quando viverá preso ao pecado? Ou amamos a Deus ou amamos ao pecado... Não existe possibilidade de servir a dois senhores... ou você serve a Deus, ou serve ao pecado... Não agradamos a Deus quando vivemos uma vida de pecado... Sem santidade ninguém verá a Deus... Clame pela misericórdia do Senhor... Ele é misericordioso...

Se por um lado existe um Deus santo e justo que exige justiça e santidade... por outro lado temos o próprio Deus que nos deu o seu Filho e o Espírito Santo para nos ajudar em tudo o que o Pai exige... Glória seja dada a Deus por todo bem que nos tem feito...

Ah! O meu Bem...

Já te falei como é o meu Bem?
O meu Bem ele é tão lindo... 
Com jeito doce e gentil,
Em minh'alma ele é bem vindo...
O seu sorriso me apraz,
Sua alegria me enfeita.
E quando me fala algo,
Sinto até que sou perfeita...
O meu bem é um rapaz
Que veio lá de tão longe...
É de onde a Lua nasce
E de onde o sol se esconde...
Mas me entristece quando
Vejo que o meu Bem chora,
Dói no fundo do meu peito,
Minha força se esvai...
De sorrir eu perco o jeito... 
Meu semblante vira um cais.
Vejo o meu Bem e canto...
E que passe logo a hora,
Para ver cada trejeito
Vontade, de mim, não sai
Quero ele em meu peito...
Que não saia nunca mais...


(Composto em 11 de Janeiro de 2015)